Paula Luff, CEO of Viso Strategies Corporation, ressalta em uma entrevista que é muito comum as empresas se dedicarem a responsabilidade social de forma reativa, como resposta a algum grande problema que enfrentam.

Entretanto, temos pelo menos 6 motivos para fazer investir em responsabilidade social de forma ativa:

  1. Inovação;
  2. Redução de custos;
  3. Diferenciação da marca;
  4. Pensamento de longo prazo;
  5. Engajamento dos consumidores;
  6. Engajamento dos empregados.

Uma postura ativa em relação à responsabilidade social corporativa traz impactos diretos para a empresa.

Com dados mais práticos, a Cone Communications aponta que 87% da população Americana está disposta a trocar de marca, em condições similares de preço e qualidade, se a outra marca está associada às causas que elas acreditam.

Pela experiência que tenho vivido na Enacom, o investimento corporativo em ações sociais deve ser feita pensando no longo prazo. Embora não planejado, ao longo dos anos investimos recorrentemente em ações vinculadas aos alunos da UFMG. Ao longo do tempo nos tornamos uma empresa reconhecida, o que elevou em muito a qualidade dos candidatos às nossas vagas.

E digo mais, não só melhores tecnicamente, mas muito conectados com os valores da empresa.

Cone (2007). Cause evolution survey. Available from: http://www.conecomm.com/2007-cone-communications-cause-evolution-and-environmental-survey-pdf/ (accessed 28 december 2016).

A Curtida.Social é movida pelo propósito de mudar o mundo, trazendo dinheiro novo para dar voz a ações sociais, fazemos isso via captação de recursos para projetos sociais, conectadas aos objetivos do desenvolvimento sustentável da ONU, junto à empresas preocupadas com a responsabilidade corporativa. Somos a maior empresa de Marketfunding do mundo, unindo marketing de causa e crowdfunding. Trabalhamos a marca (branding) e o endomarketing, com o aumento do engajamento interno de funcionários e melhoras no recrutamento de pessoas que se identificam com os valores das empresas apoiadoras.