Recentemente tive uma conversa muito boa com um grande amigo, o Rafael, um dos fundadores do projeto social, o Picadeiro Cultural, junto do Gabriel (Sim, o Picadeirró é um projeto social <3, é só levar o seu donativo que você vai ter aula de forró com monitores voluntários e ainda vai ajudar instituições carentes), sobre as dificuldades de se realizar uma ação social.

De fato, o desenvolvimento de um projeto social – mesmo que de curta duração – envolve grandes desafios, principalmente por se tratar na maioria das vezes de pessoas, seus sonhos e suas expectativas em relação ao mundo. Sem muita dúvida, comentei com ele que – ao meu ver – o primeiro passo é ter um porquê muito claro (Indico um rápido vídeo do TED sobre o assunto)

1. Saiba qual é a sua causa

Quando o seu “porquê” é muito claro, o “como” torna-se mais fácil. Qual é a sua causa? Qual problema social te incomoda a ponto de te fazer levantar da cadeira e querer agir? Não é difícil encontrar problemas sociais, basta um olhar empático ao seu redor (mesmo que seja no seu bairro) para perceber que muito precisa ser feito. No entanto, antes de agir, tenha bem claro qual é a causa que você se identifica, reflita constantemente, se permita uma jornada de autoconhecimento e então, saiba o que mais te motiva. Aqui na Curtida.Social incentivamos um olhar mais global, que pode ser traduzido em ações locais, e os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU podem ajudar muito nisso.

A partir do momento em que você tem muito claro qual é a sua causa, surge uma energia muito positiva e motivadora que tende a te impulsionar a agir, e então, qual deve ser o próximo passo? Te convido a responder à seguinte pergunta: o que eu posso fazer agora com os recursos que eu tenho à minha disposição?

2. Desenhe possíveis ações

O próximo passo é começar a desenhar pequenas ações que possam causar impacto. Sempre que começamos qualquer projeto, temos a tendência em fazer um plano gigante que resolveria todos os problemas do mundo se desse certo. Entretanto, é mais fácil começar testando pequenas ações que já geram resultado: o problema existe e quero resolvê-lo, então qual é o mínimo que eu posso fazer agora para já ajudar a minimizar esse problema? O impacto positivo de fazer alguma coisa nesse momento é muito grande. Tem causas que não podem esperar, então devemos começar a desenhar ações factíveis agora.

Com algumas ideias em mãos, provavelmente você vai ver que é quase impossível fazer isso sozinho. Para que a sua ação tenha impacto, o seu sonho deve ser parte do sonho de outras pessoas, e são elas que vão te ajudar a tirar seu projeto do papel.

3. Mobilize pessoas e aja!

Com sua causa bem definida e algumas possíveis ações desenhadas, é hora de mobilizar pessoas que vão te ajudar nessa caminhada. Essa parte é muito importante, as pessoas que estarão com você no desenvolvimento da ação devem estar alinhadas com a sua causa, e mais do que isso, você deve permitir que elas cocriem o projeto junto com você. Assim todas as pessoas estarão engajadas, dispostas a encarar qualquer desafio e a sua ação social vai, de fato, conseguir sair do papel e gerar impacto na vida das pessoas.

Aaah! Se precisar de uma ajudinha financeira, fale com a gente, a Curtida.Social está aqui para impulsionar os seus sonhos!

Esse texto foi construído baseado na experiência que tive no Time Enactus UFMG e em outras ações independentes. Para quem quiser se aprofundar, recomendo a metodologia do Instituto Elos e também o Dragon Dreaming. Se quiser conversar mais a respeito, é possível me encontrar aqui.

A Curtida.Social é movida pelo propósito de mudar o mundo, trazendo dinheiro novo para dar voz a ações sociais, fazemos isso via captação de recursos para projetos sociais, conectadas aos objetivos do desenvolvimento sustentável da ONU, junto à empresas preocupadas com a responsabilidade corporativa. Somos a maior empresa de Marketfunding do mundo, unindo marketing de causa e crowdfunding. Trabalhamos a marca (branding) e o endomarketing, com o aumento do engajamento interno de funcionários e melhoras no recrutamento de pessoas que se identificam com os valores das empresas apoiadoras.