A governança pode ser definida como um  “um sistema de regras, práticas e processos pelos quais a empresa é diretamente controlada” (tradução livre) [1].

Trata-se, certamente, de um requisito indispensável à implementação correta da responsabilidade social em uma corporação.

Nesse contexto, os seguintes aspectos devem ser considerados de acordo com portal Boreal [2]: accountability (termo que remete à capacidade de prestar contas), transparência, comportamento ético, respeito pelos interesses das partes envolvidas (stakeholders) e respeito às leis.

Entretanto, no meio empresarial não é incomum ouvirmos que “The crucial point is that managers of public companies do not own the businesses they run. They are employed by the firms’ owners to maximise the long-term value of the owners’ assets. Putting those assets to any other use is cheating the owners, and that is unethical.” [3]

Nesse momento nos parece que as ações sociais corporativas entram em conflito com a governança em si, uma vez que deixa a entender que devemos fazer só o que somos obrigados. Como fundador de algumas empresas me sinto tentado a discordar e proporcionar um novo ponto de vista, haja vista o sucesso de alguns trabalhos que temos desenvolvido.

Na próxima oportunidade vou mostrar um caso de sucesso da responsabilidade corporativa gerando impactos na imagem em grande empresa.

[1] http://www.investopedia.com/terms/c/corporategovernance.asp

[2] https://www.boreal-is.com/blog/iso-26000-core-subjects-of-social-responsibility-part-1/

[3] The economist, “The good company A survey of corporate social responsibility”, January 22nd 2005

A Curtida.Social é movida pelo propósito de mudar o mundo, trazendo dinheiro novo para dar voz a ações sociais, fazemos isso via captação de recursos para projetos sociais, conectadas aos objetivos do desenvolvimento sustentável da ONU, junto à empresas preocupadas com a responsabilidade corporativa. Somos a maior empresa de Marketfunding do mundo, unindo marketing de causa e crowdfunding. Trabalhamos a marca (branding) e o endomarketing, com o aumento do engajamento interno de funcionários e melhoras no recrutamento de pessoas que se identificam com os valores das empresas apoiadoras.