Escuto frequentemente as empresas e os empresários reclamando dos chamados “Millennials”, e uma das principais reclamações é que eles não querem “fazer carreira”.

Entretanto, uma reportagem da Forbes mostra que isso não é bem verdade. Uma pesquisa feita com os funcionários da Oracle, onde 38% da equipe seria Millennials, ficou mostrado que sim, ele se importam com carreira, feedbacks, recompensas e reconhecimento. Como ressaltado pelo CEO da Oracle, Mark Hurd,  em termos de engajamento com o trabalho não há diferenças.

Mas o quê fazem eles tão diferentes? Por que às vezes é um pouco mais difícil de compreendê-los?

O principal ponto é que, ao invés de se moverem somente pela pressão, eles também buscam senso de propósito e prazer no trabalho. Para lidar com esses anseios, as empresas têm que apresentar não somente a busca por lucro e crescimento mas também o equilíbrio nas relações com a sociedade e o meio ambiente.

Catherine Ryan, uma das quatro estudantes apoiadas pela Oracle para participar do American Institute of CPAs (AICPA) Women’s Global Leadership, comenta: “os millennials entendem que eles podem ter salário em qualquer empresa, mas isso não é o suficiente, eles querem ser parte de uma organização que seja maior do que eles são.”

Assim, para que uma empresa seja bem sucedida nesse novo mundo ela terá que desenvolver e demonstrar, claramente, qual o seu senso de propósito. Os millennials vão cobrar isso como colaboradores, consumidores e sociedade, e é por isso que eu quero continuar trabalhando com essa geração.

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