Por Juvenal, da Civitas.

A responsabilidade social empresarial (RSE) vem gradativamente assumindo novos contornos ao longo dos anos. Cada vez mais demandas legítimas de diferentes forças presentes na sociedade vêm sendo consideradas nos negócios. Em seu sentido mais aceito, refinado e complexo, a RSE integra aos interesses da empresa aspirações legítimas das diferentes partes
interessadas e as expectativas de desenvolvimento socioeconômico das comunidades do entorno.

Entendemos que a gestão considere a complexidade das demandas do mundo contemporâneo. É por conta dessa complexidade que a sustentabilidade e a responsabilidade social das organizações não podem ser decididas nos escritórios, mas em seus relacionamentos. O maior potencial de transformação social e de retorno para as empresas reside na clareza desse entendimento para os diversos agentes. Já começa ficar no passado a autopromoção com base em ações proclamadas como de RSE. Foi uma etapa necessária, mas não deixa de ser estranho que a boa iniciativa e a boa conduta levassem apenas ao autoelogio. Isso é muito pouco quando temos uma sociedade carente de exemplos práticos de cidadania e carente de transformações.

Estamos avançando de fase e incorporando questões de desenvolvimento sustentável (DS) e RSE ao nosso dia a dia, tanto no plano das empresas como no do consumo. Estamos na linguagem do triple bottom line e as vezes fragmentamos nossa percepção e não conseguimos integrar de todo o DS e a RSE à identidade corporativa. Mas já avançamos muito e temos construído organizações mais flexíveis, inclusivas, capazes de entregar maior valor agregado para suas partes interessadas e de contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do Brasil.

Valorizamos as ações por que é nelas que a ética se concretiza. Desejamos, por exemplo, que a valorização da diversidade seja medida pela redução da discriminação e das desigualdades; esperamos erradicar o trabalho infantil levando nossas crianças para uma a escola que forme pessoas com valores comprometidos com as gerações futuras.

Queremos a construção de relações com fornecedores visando o fortalecimento de princípios do Desenvolvimento Sustentável e da RSE iniciando-se com o desmonte das relações inadequadas de poder e com a proposta de construção de um horizonte comum viabilizados por princípios e valores éticos.

Juvenal Correia Filho, Diretor/Consultor na Civitas Responsabilidade Social e Sustentabilidade Consultoria e Treinamento Ltda.

A Curtida.Social é movida pelo propósito de mudar o mundo, trazendo dinheiro novo para dar voz a ações sociais, fazemos isso via captação de recursos para projetos sociais, conectadas aos objetivos do desenvolvimento sustentável da ONU, junto à empresas preocupadas com a responsabilidade corporativa. Somos a maior empresa de Marketfunding do mundo, unindo marketing de causa e crowdfunding. Trabalhamos a marca (branding) e o endomarketing, com o aumento do engajamento interno de funcionários e melhoras no recrutamento de pessoas que se identificam com os valores das empresas apoiadoras.